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China fortalece administração dos riscos
financeiros de seguros
2006-11-07 21:35
A Comissão de Supervisão e Administração de Seguros da
China publicou, hoje (7), em Beijing, um documento sobre
a administração dos riscos financeiros de seguros,
determinando novas estipulações para este setor.
O documento se refere principalmente à concepção sobre a
administração dos riscos, ao fortalecimento da
consciência de responsabilidade de riscos, à
determinação do quadro orgânico sobre a administração
dos riscos financeiros seguros e punição severa dos
subornos comerciais, etc..
Segundo estatísticas, até o final de 2005, a China tem
cerca de cem órgãos de seguros, com um rendimento de 490
bilhões de yuans (equivalentes a cerca de 80 bilhões de
dólares americanos).
O intercâmbio comercial entre Brasil e China
2006-11-04 23:35
Atualmente, o Brasil é o maior parceiro comercial da
China na América Latina e é também o maior mercado de
importação da China na região. Por outro lado, a China é
o 3º maior parceiro comercial e o 3º maior destino para
as exportações do Brasil no mundo. O rápido
desenvolvimento da cooperação econômico-comercial entre
o Brasil e a China tem trazido benefícios tangíveis para
os dois países e os dois povos.
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| Conferência ministerial
da OMC em Hong Kong trouxe esperança para Rodada Doha
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| 2005-12-19 21:57 CRI |
Após
seis dias de negociações, a 6ª Conferência Ministerial
da OMC realizada em Hong Kong chegou a um consenso no
momento do encerramento da reunião, aprovando o
"Manifesto dos Ministros de Hong Kong".
Na cerimônia de encerramento no dia 18 de dezembro, o
Presidente da reunião de Hong Kong e Diretor do
Departamento da Indústria, Comércio e de Ciências e
Tecnologias da Região Administrativa Especial de Hong
Kong, Tsang Chun-wah bateu o martelo, declarando a
aprovação do manifesto, dizendo: "Aprovamos unanimemente
o "Manifesto dos Ministros de Hong Kong", sendo
aplaudido calorosamente pelos participantes .
O "Manifesto" obteve resultados essenciais no comércio
de produtos agrícolas, acesso a mercado com relação a
produtos não agrícolas, serviços e no tema de debate de
desenvolvimento, a fim de proporcionar os projetos de
incremento para os países em desenvolvimento, sobretudo
para os subdesenvolvidos.
De acordo com o Manifesto, os países industrializados
abolirão os subsídios de todos os produtos agrícolas até
o final de 2013, e em conjunto com alguns países em
desenvolvimento, concederão a isenção de impostos
alfandegários e o acesso a mercado sem quotas para todos
os produtos dos países subdesenvolvidos antes de 2008. E
ainda, os países industrializados anularão os subsídios
para a exportação de algodão em 2006.
Antes disto, houve muitas polêmicas na questão agrícola
entre a União Européia, os Estados Unidos e o G20, grupo
dos países em desenvolvimento. E na espetativa de muitos
especialistas, a reunião de Hong Kong abacaria muito
possivelmente em fracasso, provocando o rompimento das
negociações da Rodada de Doha.
Os compromissos assumidos pelo evento ajudarão o
desenvolvimento econômico dos países signatários. Na
cerimônia de encerramento, o secretário-geral da OMC,
Pascal Lamy confirmou os êxitos da conferência de Hong
Kong e apontou:
"Os resultados desta reunião fizeram as negociações de
Rodada de Doha voltassem ao caminho certo, fato este se
encontrava urgente. Além de conquistar resultados na
quantidade, a reunião injetou nova energia para as
negociações, a fim de concluir em 2006 todas as
negociações previstas na agenda do desenvolvimento de
Doha".
Segundo Lamy, com a reunião de Hong Kong, as negociações
da Rodada de Doha concluiram 60% de seus objetivos. A
partir de 2006, a OMC promoverá todas as negociações
conforme o cronograma determinado na conferência de Hong
Kong. Nas próximas negociações, serão resolvidos os dois
problemas concretos, ou seja, maneiras de redução de
subsídios para produtos agrícolas e facilitação do
acesso a mercado. O "Manifesto" exige que o prazo para
solucionar essas duas questões seja até ao dia 30 de
abril de 2006.
Quanto aos trabalhos do próximo ano, o vice-diretor do
Instituto de Pesquisa de Economia e Política Mundial da
Acadêmia da Ciência Social da China, Li Xiangyang,
manifestou-se de que em 2006 os membros da OMC
enfrentariam árduas negociações: "A conferência de Hong
Kong assentou bons alicerces para concluir as
negociações da Rodade de Doha no próximo ano, mas ela
deixou muitas questões sobre o livre comércio de
produtos agrícolas".
A 6ª conferência ministerial da OMC de seis dias começou
no dia 13 em Hong Kong. Mais de cinco mil e oitocentos
representantes dos cento e quarenta e nove países
membros da OMC e dois mil das organizações não
governamentais participaram do evento. Na reunião, Tonga
aderiu à OMC, dessa forma se tornou 150º país-membro da
organização. O local e horário de sua 7ª Conferência
Ministerial ainda não foram marcados.
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Comemorado o 5º aniversário do retorno de
Macau à Pátria
2004-12-21 16:23
Comemora-se hoje (20) o quinto aniversário do retorno de Macau à
China. Ao mesmo tempo, ocorreu a cerimônia de posse do segundo
mandato do governo da Região Administrativa Especial de Macau (RAEM).
O secretário ?geral do Partido Comunista da China (PCCh),
presidente da Comissão Militar do Comitê Central do PCCh e
presidente da República, Hu Jintao, compareceu ao ato e fez um
importante discurso dizendo que nos últimos cinco anos, com a
aplicação da política de "Um país, Dois sistemas", a fisionomia
de Macau mudou completamente e o governo da RAEM satisfez as
esperanças nele depositadas por personalidades de diversos
círculos sociais. O Chefe do Executivo da RAEM, Edmund Ho, disse
que durante seu novo mandato de cinco anos, continuará cumprindo
com suas responsabilidades e contribuirá para a Pátria e à RAEM.
A cerimônia ocorreu num solene e caloroso ambiente no Centro
Cultural de Macau, onde Edmundo Ho prestou juramento diante do
presidente Hu Jintao.
Sob a presidência de Hu Jintao, Edmundo Ho, empossou seus
principais assessores para o segundo mandato do governo da RAEM.
Em meio dos calorosos aplausos, Hu Jintao, também discursou.
Ele disse: Nos últimos cinco anos desde seu retorno à Pátria,
Macau praticou com sucesso a política de "Um país, Dois
sistemas". O governo central trata rigorosamente todos os
assuntos relacionados à RAEM conforme a Lei Básica de Macau e
apóia o chefe do executivo e o governo da RAEM para administrar
Macau sem intervenção do governo central. O governo da RAEM,
liderado por Edmund Ho, uniu personalidades de diversos círculos
sociais para solucionar importantes assuntos relacionados ao
desenvolvimento de longo prazo. A Macau de hoje concentra uma
sociedade harmoniosa, crescimento econômico e uma feliz vida de
seus habitantes. A prática comprova que os habitantes locais têm
sabedoria, capacidade e meios para administrar, construir e
desenvolver Macau, tendo a grande Pátria socialista como sua
firme retaguarda.
Hu Jintao acrescentou que é inevitável o surgimento de algumas
contradições no processo da aplicação da política de "Um país,
Dois sistemas".
Ele afirmou: Para analisar e solucionar as contradições devemos
persistir na política de "Um país, Dois sistemas", tratar os
assuntos conforme as leis básicas, administrar Hong Kong e Macau
conforme lei; unir um número maior de pessoas sob a bandeira do
amor à Pátria, Hong Kong e Macau, e tudo isto constitui uma
importante conclusão da prática de administração de Hong Kong e
Macau desde seus retornos à Pátria.
Hu Jintao deposita sua confiança no governo e nas personalidades
de diversos círculos sociais de Macau.
Ele acrescentou: Elevar o nível da administração do governo,
colocando os interesses do povo em primeiro lugar; impulsionar
continuamente o sadio desenvolvimento da economia de Macau com
maiores esforços; preparar quadros qualificados necessários para
o desenvolvimento de Macau com uma longa perspicácia e
salvaguardar a estabilidade para construir uma sociedade
harmoniosa.
Nos últimos cinco anos, o chefe do executivo, Edmundo Ho dirigiu
mais de 450 mil habitantes de Macau à prática da grande teoria
de " Um país, Dois sistemas", manifestando a confiança do
governo central e o apoio da população local. Com seu segundo
mandato, ele continuará conduzindo a população para uma nova
etapa de cinco anos.
Edmund Ho disse: No próximo mandato de cinco anos, continuarei
respeitando e cumprindo à Lei Básica de Macau e envidarei
desinteressadamente os maiores esforços para contribuir com
todos os habitantes locais à Pátria e à RAEM e à sagrada causa
de "Um país, Dois sistemas" conforme os princípios de uma Macau
administrada por sua própria gente" e do "Alto grau de
autonomia".
O vice-presidente da Comissão Nacional da Conferência Consultiva
Política do Povo Chinês, Ma Man Kai, o chefe do Executivo da
Região Administrativa Especial de Hong Kong, Tung Chee Hwa, bem
como representantes de diversos círculos sociais e convidados
participaram do ato comemorativo.
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